Usa-se e abusa-se do argumento de que os trabalhadores são mal pagos porque são baixas as qualificações. Mas o que se observa é que, numa parte substancial das empresas não se aposta na formação e continua a não se respeitar o direito individual à formação, que é de 35 horas anuais e abrange todos os trabalhadores.
fragilidade do turismo na RAA – breve reflexão
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*foto de Aníbal C. Pires*A preocupação já não é um pressentimento. É a
realidade.
Os indicadores disponíveis apontam para um abrandamento da procura
turí...
Há 7 horas

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